segunda-feira, 19 de novembro de 2018

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Não era reconhecido como índio o homem assassinado na madrugada desta segunda-feira, em Palmeira

Por Cinara Corrêa
 
'Beto' já teria tido uma mão decepada, por punição a vários assaltos praticados no centro de Palmeira (Foto: Arquivo)

‘Beto’ já teria tido uma mão decepada, por punição a vários assaltos praticados no centro de Palmeira (Foto: Arquivo)

Não era reconhecido como índio o homem, identificado até agora apenas como ‘Beto’, de cerca de 50 anos, e que foi morto a tiros na madrugada desta segunda-feira, 10, na comunidade de Monte Alegre, localizada no Sítio Rainha Isabel, em Palmeira dos Índios. A reportagem da TRIBUNA DO SERTÃO apurou que uma pessoa, conhecida como Francisquinho, se intitula cacique da aldeia de Monte Alegre, a qual pertenceria esse cidadão que foi assassinado. Na verdade, Francisquinho também não é índio e nem essa aldeia existe.

Em Palmeira dos Índios, são oito as aldeias reconhecidas pela Funai (Fundação Nacional do Índio) e a Monte Alegre não se enquadra entre elas. O que se descobriu é que, nessa localidade, existe um grande histórico de violências. Esse rapaz que foi morto já não tinha uma das mãos,  como castigo aos inúmeros assaltos cometidos no  Centro de Palmeira. .

As lideranças das tribos reconhecidas já recorreram ao Ministério Público, para tentar regularizar esta situação, mas até agora, nada foi resolvido.

Parte da imprensa alagoana noticiou que ‘um índio da Tribo Xucuru-Kariri, conhecido até o momento como Beto’, teria sido assassinado, na madrugada desta segunda-feira, em Palmeira dos Índios e que o crime teria sido registrado na Aldeia Monte Alegre. Foi divulgado, ainda, que o crime seria investigado pela Polícia Federal.

 

 

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