quinta-feira, 21 de setembro de 2017

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Mais de 73 mil pessoas são atendidas no HGE de janeiro a junho

Por Redação com SESAU
Repórter Fotográfico: Thallysson Alves

Repórter Fotográfico: Thallysson Alves

De janeiro a junho de 2017, o Hospital Geral do Estado (HGE) acolheu 73.036 pessoas, segundo balanço divulgado pelo Núcleo de Epidemiologia Hospitalar. Apesar de ainda grande, o dado revela que a procura diminuiu quase 19%, quando o número é comparado ao registrado no mesmo período do ano passado: 90.091 atendimentos.

Os casos que envolvem doenças de clínica médica continuam sendo os mais assistidos pelo maior hospital público de Alagoas: foram 52.458 entradas em 2017 (63.128 no mesmo período em 2016). Destas, 32.597 foram registradas no setor de classificação de risco da Área Azul. A maioria dos pacientes teve origem na própria capital, foram exatos 49.245 cidadãos.

Os acidentes casuais, aqueles causados por uma queda ou corte na pele acidentalmente, são a segunda causa de atendimento no HGE. Foram 12.497 intervenções nestes primeiros seis meses do ano, 29% a menos que o mesmo quantitativo pontuado em 2016: 17.614 atendimentos.

Outro dado relevante no balanço é de que o número de vítimas da violência no trânsito que chegaram ao HGE – o hospital referência no Estado no cuidado a usuários com traumas físicos, problemas vasculares e fraturas e lesões nos ossos – também diminuiu. Enquanto em 2016 as equipes assistiram 5.034 pessoas, no mesmo período deste ano foi registrado 4.038 assistências, uma diminuição de quase 20%.

De Marechal Deodoro, 2.239 usuários deram entrada no HGE, tornando-se o segundo município com mais frequência entre os casos assistidos. Em seguida estão Rio Largo (2.188), Pilar (1.164), União dos Palmares (989), Atalaia (888) e Boca da Mata (785). Os demais municípios enviaram menos de 700 alagoanos ao maior hospital público de Alagoas.

Constatação – José Ricardo dos Santos, 53 anos, foi um dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) que precisou dos cuidados ofertados pelas equipes médicas do HGE. Com déficit neurológico agudo, ele foi submetido a vários exames até ser internado na Unidade de AVC, única especializada na doença em Alagoas.

“É muita gente precisando dos cuidados médicos e eu posso afirmar, por experiência própria, que no HGE encontra. Podemos não encontrar as melhores acomodações, mas não tem como a gente reclamar do atendimento. Eu vejo atenção, carinho, respeito; dos responsáveis pela limpeza ao médico. Sou muito grato por poder contar com um hospital assim”, disse José Ricardo.

O pai de família teve paralisação do lado esquerdo do corpo e foi rapidamente levado ao HGE. Devidamente tratado, ele permanece em observação para a realização de novos exames que possam diagnosticar o motivo do AVC e posteriormente seguirá as recomendações com a saúde em casa.

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