segunda-feira, 24 de setembro de 2018

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Ex-dono da Gol, Nenê Constantino está sendo julgado em Taguatinga

Por Redação com Correio Braziliense
 Constantino de Oliveira, o Nenê Constantino (Foto: Iano Andrade/CB/D.A Press)


Constantino de Oliveira, o Nenê Constantino (Foto: Iano Andrade/CB/D.A Press)

O julgamento do empresário Constantino de Oliveira, o Nenê Constantino, começou nesta segunda-feira, 08, no Tribunal do Júri de Taguatinga. O processo corre em segredo de justiça.

Nenê Constantino e mais quatro acusados respondem pelo assassinato de Márcio Leonardo de Sousa Brito. Ele era líder comunitário e foi morto a tiros em 12 de outubro de 2001. Márcio morava em uma propriedade da antiga Viação Pioneira, empresa de ônibus também pertencente ao empresário de aviação. Os réus estão sendo julgados por homicídio qualificado e oferecimento de vantagem à testemunha.

Ao todo, 15 foram convocadas, duas por condução coercitiva.

O Ministério Público do Distrito Federal e a defesa dos réus dispensaram cinco delas. Entre as que serão ouvidas, está a delegada Mabel Faria, que esteve à frente do caso enquanto duram as investigações.

Serão julgados pelo assassinato do ex-líder comunitário Márcio Leonardo se Sousa Brito, o empresário e ex-dono da Gol, Nenê Constantino, acusado de ser o mandante do crime, além de Vanderlei Batista, João Alcides Miranda, Victor Bethoônico de Forestino e João Marques.

O suposto assassino, Manuel Tavares, já morreu. Dos outros cinco, João Marques é o único que está preso, acusado de tentar assassinar a mulher, em Pernambuco.

O julgamento estava marcado para 20 de março, mas foi interrompido e remarcado para esta segunda. A audiência foi adiada a pedido do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, por conta do pequeno prazo dado aos promotores para analisarem documentos incluídos no processo pela defesa.

Nenê Constantino já foi julgado e absolvido em outra ação, que tratava da tentativa de homicídio de seu ex-genro, Eduardo Queiroz Alves. Ele foi inocentado em 16 de agosto de 2015, depois de ser julgado pelo Tribunal do Júri de Brasília. O júri analisou a denúncia do Ministério Público, segundo a qual, em 2008, Constantino teria contratado José Humberto, outro réu na ação, por meio do policial militar reformado Antônio Andrade, para matar Eduardo. Na ocasião, Humberto teria atirado diversas vezes contra o carro da vítima, que sobreviveu.

 

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