quarta-feira, 18 de setembro de 2019

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Seplag divulga pesquisa especial com preços de material escolar

Por Redação com Agência Alagoas
Em 2017, os dados revelam que entre os tradicionais cadernos escolares, os livretos de desenho foram os que apresentaram maior variação, algo em torno de 3,74%. Minne Santos

Em 2017, os dados revelam que entre os tradicionais cadernos escolares, os livretos de desenho foram os que apresentaram maior variação, algo em torno de 3,74%. Minne Santos

Todo começo de ano, a operação de compra de material escolar ganha as ruas de Maceió. Com muita disposição e lista em mãos, os pais procuram as livrarias e papelarias da cidade para escolher os itens que acompanharão a criançada ao longo do período letivo. E foi justamente com o intuito de ajudar as famílias maceioenses a não comprometerem o orçamento familiar já no mês de janeiro, que a Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) realizou uma pesquisa especial para saber os custos dos produtos mais procurados nesta época.

Em 2017, os dados revelam que entre os tradicionais cadernos escolares, os livretos de desenho foram os que apresentaram maior variação, algo em torno de 3,74%. Outros produtos como cadernos de 10, 12 e 20 matérias e o caderno brochura exibiram deflação de 0,16% e 1,44%, respectivamente.

“Os preços deste ano são reflexos do momento econômico pelo qual o País está passando. É certo afirmar que os altos índices de inflação, o elevado custo de produção e a alta do dólar foram fatores relevantes para a alta nos preços dos produtos”, avalia o supervisor de Pesquisas da Seplag, Gilvan Sinésio.

Ainda de acordo com a pesquisa, a caneta foi o item que apresentou o crescimento mais acentuado (12,24%) de todo o levantamento. Os demais artigos de escrita e pintura tiveram elevações mais discretas. O grafite, por exemplo, variou em 5,34%, seguido do lápis de cor (4,89%), a tinta guache (4,00%) e o pincel atômico (2,29%).

“No caso da caneta, percebemos que o produto teve uma variação acima da inflação acumulada na capital alagoana no ano de 2016, que atingiu um patamar geral de 6,88%. Além disso, é importante ressaltar que os empresários aproveitaram a época para aumentar o preço de alguns produtos”, explica Sinésio.

A pesquisa apontou que na análise das variações de papéis, o papel A4 variou em 12,22%, seguido dos papéis diversos (9,51%) e dos emborrachados (8,89%). O levantamento ainda mostra que o TNT, a cola e a régua tiveram aumentos em seus preços, quando comparados com o mesmo período do ano passado.

“A melhor dica que podemos dar aos pais que vão se aventurar nas papelarias é que eles pesquisem muito antes de efetivar as compras. Apesar das altas, ainda é possível encontrar alguns pontos que estejam fazendo promoções e, por isso, vale optar por lojas menores, locais onde geralmente se pode conseguir um melhor poder de barganha com os lojistas”, completa Gilvan Sinésio.

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