quinta-feira, 19 de outubro de 2017

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Líder inconteste

Na aurora do Ano-Novo ( 2017), trago à tona com muito prazer, a bem-sucedida trajetória do Economista Marcos Antônio Moreira Calheiros, natural da bucólica Capela, companheiro de lutas estudantis e, principalmente, amigo/irmão cuja amizade está sedimentada pelo cimento da lealdade recíproca. E, por isso, não economizarei palavras a fim de descrever a sucessão de sucessos que compartilhamos ao longo do convívio profissional que une esse companheirismo sem data para finalizar.

Pois bem, retrocedo no tempo a fim de me fixar à época que estudávamos o curso de Ciências Econômicas capitaneado pelo saudoso Professor José Cavalcante Manso na Cidade Universitária. Lá, havia uma participação ativa em torno de nossos objetivos, isto é, tudo se dava visando a vitória que logramos naquilo que fazíamos com empenho, zelo e competência de ambas as partes.

Tivemos o prazer de ter como mestres inolvidáveis Paulo de Castro Silveira, meu padrinho de casamento, Manoel Bezerra, Manoel Gonçalves, Ramsés de Melo Gomes, José de Melo, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas, Petronio Viana, Branca Rosa Silveira de Mendonça Fragoso, Professor Albérico, Albertina, Lincoln de Souza Cavalcante, Arnon Chagas,, Franklin Casado de Lima, João Barroso, o terror do curso de Economia, José Cavalcante Cajueiro, Dilmar Camerino, Evilásio Soriano de Cerqueira. Alguns falecidos é bem verdade, outros desfrutam da vida com saúde, paz e tranquilidade.

O tempo passou, obedecendo fielmente sua cronologia no tempo moderno. Eu optei para trabalhar na extinta Fiplan, convidado pelo inesquecível professor/amigo Evilasio Soriano de Cerqueira, então secretário de Planejamento do governo de Guilherme Palmeira. Especializei-me em Planejamento Governamental na antiga Sudene criada pelo saudoso Celso Furtado ( 1959).

Depois, a convite de Marcos Calheiros, coordenador do curso de Economia/Cesmac, passei a lecionar as disciplinas Ética Profissional, Formação Econômica do Brasil, Economia do Setor Público. Hoje, leciono Comércio Exterior/ Análise Econômica, Economia e Administração Veterinária sob a aquiescência do Dr. João Rodrigues Sampaio Filho, reitor do Centro Universitário Cesmac.

Marcos Calheiros, o Cervantes da Economia Alagoana, enveredou também pela área pública sendo Diretor-Presidente da extinta Codeal, Lá, criou arrojados projetos que impulsionaram o desenvolvimento socioeconômico das Alagoas . Tocou sua vida publica com honestidade ao lado do irmão sanguíneo Dr. Arnaldo Calheiros, então diretor do extinto PRODUBAN. Tudo isso feito com coragem, abnegação e, sobretudo, com a competência que lhe é peculiar.

Paralelamente, exerceu as relevantes funções de Presidente do Conselho Regional de Economia (CORECON/ AL) por diversas vezes.

Conseguiu com seu prestígio o prédio-sede do Colegiado, móveis/utensílios como oferta do Conselho Federal de Economia ( Brasília) onde exerce com altivez o cargo de Vice-presidente da Federação Nacional dos Economistas – FENECON – pelo trabalho desenvolvido em prol dos colegas sem distinção de classe, cor, religião e, participação no campo partidário.

No dia 14 de dezembro de 2016, indicado pelo presidente do Corecon/Al, Maurilio Procópio, bem como por todos nós Conselheiros da Casa do Economista, no Auditório do Maceió Mar Hotel, recebeu merecidamente o Título de Economista do Ano pelos relevantes serviços prestados quer à categoria, quer ao Estado.

No seu discurso de agradecimento naquela magnânima solenidade, o Líder Inconteste pronunciou vibrante discurso e, ao mesmo tempo, traçou o panorama econômico que o País vivencia no governo sério/dinâmico de Michel Temer ( PMDB/SP). E, por extensão, falou das dificuldades que Alagoas atravessa na gestão do Economista José Renan Vasconcelos Calheiros Filho(PMDB/AL).

“ O Brasil é um dos países com maior desigualdade no Mundo, acentuando-se na Região Nordeste, onde o Estado de Alagoas apresenta os piores índices econômicos e sociais do país, enquanto paradoxalmente os Poderes Legislativo, Judiciário e Executivo gastam demais com pessoal, com ênfase nas carreiras jurídíco-funcionais criando uma inexplicável e odiosa diferença brutal entre seus salários e os das demais carreiras, destacando-se a dos Economistas, cujos níveis salariais são irreais e irrisórios”.

Os Economistas Fernando Collor de Mello / Teotonio Vilela Filho à frente do governo nada fizeram para mudar esse patamar. Merecem, pois, o repúdio da categoria como um todo. QUE VENHA 2017 ! Organização: Francis Lawrence.

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