domingo, 25 de agosto de 2019

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Dívida de R$ 32 milhões coloca Palmeira como o município de pior situação financeira de Alagoas

Por Redação com Extra
Júlio Cézar garante melhorias nas áreas de saúde, educação, desenvolvimento econômico e cultura e turismo. (Foto: Lucianna Aaújo/Tribuna do Sertão)

Júlio Cezar garante melhorias nas áreas de saúde, educação, desenvolvimento econômico e cultura e turismo. (Foto: Lucianna Araújo/Tribuna do Sertão)

Segundo informações da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA),  Palmeira dos Índios é a cidade em pior situação financeira entre as 102 cidades alagoanas, neste início de 2017. A dívida é de mais de R$ 32 milhões e dois dos postos de saúde a energia está cortada por falta de pagamento. Além disso, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) está fechada, devido a uma dívida de R$ 3,6 milhões, para uma unidade que administra a instituição.

A hemodiálise do Hospital Santa Rita, o maior da cidade, também estava ameaçando fechar as portas, já que os médicos não recebem salários há mais de sete meses.

Somente para o FGTS, a Prefeitura acumula um débito de R$ 24 milhões, ainda contando a dívida de R$ 1,5 milhão, do serviço de hemodiálise, mais R$ 1,5 milhões da Previdência, não repassados,  sem contar a dívida de R$ 75 mil para com a Casal.

O prefeito conta, também, que não nomeou os 230 profissionais em cargo em comissão aos quais têm direito.

Segundo o Instituto do Meio Ambiente (IMA) o município também não cumpriu a Lei dos Resíduos Sólidos, que não permite mais o uso dos lixões.

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