sábado, 24 de agosto de 2019

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Em meio à recessão econômica, apenas Alagoas e SP não atrasam décimo terceiro de servidores

Por Redação com Agência Alagoas
Atraso no pagamento do décimo terceiro salário dos servidores amedronta a população de todos os Estados do país, o que não aconteceu com o funcionalismo público de Alagoas. Adaílson Calheiros

Atraso no pagamento do décimo terceiro salário dos servidores amedronta a população de todos os Estados do país, o que não aconteceu com o funcionalismo público de Alagoas. Adaílson Calheiros

Na contramão da recessão financeira que atingiu as contas dos estados brasileiros, Alagoas se destaca e mostra que é possível o comprometimento diante da crise financeira que assola todo o país, com redução de gastos, planejamento e trabalho.

A perspectiva de atraso no pagamento do décimo terceiro salário dos servidores amedronta a população por todo o país, o que não aconteceu com os alagoanos e paulistas.

O Governo de Alagoas garantiu o pagamento do décimo terceiro dos funcionários neste ano, conforme anunciou o governador Renan Filho nesta sexta-feira (9). Outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul decretaram situação de calamidade financeira. Porém, em Minas Gerais foi anunciado que o décimo terceiro salário será pago em janeiro.

No primeiro semestre deste ano, segundo um levantamento do Tesouro Nacional, Alagoas não cortou investimentos, não atrasou salários, não tem problema de caixa para o pagamento do décimo terceiro salário dos servidores, honrou pagamentos com fornecedores, não decretou calamidade e não avalia decretá-la. Neste mesmo período o Estado também não atrasou obras.

LRF
Os dados são positivos para as contas públicas do Estado, que, em 2016, também se destacou ao cumprir o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) – que limita os gastos com folha de pagamento a 60% da receita corrente líquida. Alagoas conseguiu fechar o primeiro semestre com 51,64% da LRF, não estando com gastos acima do limite, diferentemente dos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, que estão com os gastos acima do limite.

Os problemas financeiros também levaram a maioria dos governadores a piorar o comprometimento das finanças com pessoal em 2016. Enquanto em diversas regiões do país faltam recursos para investimentos nos segmentos da saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e pagamento dos salários dos servidores – pilares da gestão pública –, o Estado de Alagoas mostra que é possível trabalhar na crise financeira que assola todo o país, com comprometimento, redução de gastos, planejamento e trabalho.

Atraso no pagamento do décimo terceiro salário dos servidores amedronta a população de todos os Estados do país, o que não aconteceu com o funcionalismo público de Alagoas

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