domingo, 23 de setembro de 2018

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Em Alagoas, 1/3 dos jovens não trabalhava nem estudava em 2015

Por Redação com G1

O número de jovens em Alagoas com idade de 15 a 29 anos que não trabalhavam nem estudavam em 2015, a geração conhecida como “nem nem”, representa um terço da população do estado nesta faixa etária, 33,3%. Esse índice é o maior entre todos os estados do país. No Brasil, são 22,5%.

O levantamento da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), toma como base informações de 2015.

O estado registrou um crescimento neste índice em relação a 2014, quando 32,2% dos jovens nesta faixa etária faziam parte da geração “nem nem”.

O levantamento do IBGE revela um cenário ainda mais preocupante, 23,9% dos jovens com idade entre 15 e 29 anos não trabalhavam nem estudavam e também não estavam procurando emprego.

Por outro lado, a parcela dos jovens que apenas estudam é cada vez maior, representavam 30,3% do grupo na faixa etária de referência. Em 2014, esse índice era de 25,4% e de 25,2% no ano anterior.

Os jovens de 15 a 29 anos que só trabalhavam são 29,2%, enquanto aqueles que estudavam e trabalhavam representam apenas 7,2%.

Ensino público x ensino particular
Entre as pessoas de qualquer idade que frequentam algum estabelecimento de ensino, a maioria em Alagoas integrava o ensino público em quase todos os níveis, exceto no ensino superior.

Na primeira fase da educação, o ensino infantil, 53,3% frequentam a rede pública de ensino em 2015, enquanto 46,7% estavam inseridos na rede particular.

Na fase seguinte, é observada a maior diferença, são 85% no ensino público e apenas 15% na rede particular. Diferença que se mantém na fase seguinte, embora um pouco menor, 83,7% no ensino público contra 16,3% na rede particular.

Quando o estudante finalmente alcança o ensino superior, o quadro muda de figura. A maioria está inserida na rede particular, são 63,6% para 36,4% na rede pública, uma diferença menor que a registrada em 2014, quando era de 67,1% (privada) para 32,9% (pública).

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