sábado, 19 de outubro de 2019

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Deputada Rosinha da Adefal comemora com seus pares, sanção da lei que inclui Pessoas com Deficiência no sistema de cotas

Por Redação com Sirley Veloso

A deputada Rosinha da Adefal comemorou a decisão do presidente Michel Temer de sancionar, quarta-feira (28), a lei que inclui Pessoas com Deficiência no sistema de cotas adotado pelas universidades e escolas técnicas federais. “As cotas são imprescindíveis, são ações afirmativas que vão minimizar os efeitos da exclusão que ainda vivemos. Um avanço muito importante para que a inclusão aconteça, no entanto, essa lei não pode se perpetuar. Precisamos investir em um sistema de educação verdadeiramente inclusivo para que essas cotas não sejam mais necessárias´´, afirmou a deputada.

As universidades federais já eram obrigadas a reservar 50% das vagas para estudantes de famílias carentes, negros e indígenas que fizeram o ensino médio em escola pública. Agora, alunos com deficiência também irão entrar nessa cota. O número de vagas vai ser definido de acordo com o número de Pessoas com Deficiência em cada estado, conforme cálculo do IBGE. As mesmas regras valem para quem vai fazer um curso técnico numa instituição federal. No Brasil, cerca de 24% da população tem algum tipo de deficiência, enquanto que em Alagoas esse número sobe para 28%.

A deputada Rosinha da Adefal disse que ainda é preciso avançar na educação básica, em capacitação profissional e em acessibilidade. “A Lei de Cotas é uma política afirmativa, mas, ainda precisamos de um sistema de educação inclusivo realmente efetivo. Para isso é preciso investir na formação e qualificação dos profissionais da educação, em acesso às tecnologias assistivas , acessibilidade nas comunicações, nos transportes e na arquitetura ´´, disse a parlamentar.

Ela ressaltou a importância dessas instituições se prepararem para receber essas pessoas, e citou como exemplo a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que criou o Fórum Acessível para tratar do tema. “Estive recentemente palestrando na UFRJ, e em seis meses de trabalho eles já avançaram muito. Agora realizam mapeamento para detectar números e necessidades do segmento dentro da universidade ´´, afirmou Rosinha da Adefal.

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