sábado, 14 de dezembro de 2019

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Serviço de Transporte Sanitário da Sesau já transferiu mais de 1.450 pacientes

Por Redação com Agência Alagoas

Criado para assegurar a transferência qualificada de pacientes internos no Hospital Geral do Estado (HGE) até os leitos de retaguarda nas unidades contratualizadas, o Serviço de Transporte Sanitário completou quatro meses. Durante os primeiros 120 dias de atuação, 1.465 pacientes já foram encaminhados de forma ágil e eficiente para concluir a recuperação em outras unidades conveniadas à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

 

Do total de transferências realizadas, 364 ocorreram em julho, 390 no mês de agosto, 287 em setembro e 424 em outubro, segundo o Setor de Estatística da Gerência de Regulação da Sesau. Os pacientes foram encaminhados para diversas unidades conveniadas, a exemplo do Hospital Sanatório, Hospital Vida, Hospital do Açúcar e Santa Casa de Maceió.

De acordo com a secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska, o Serviço de Transporte Sanitário representa mais um programa implantado pela gestão da Sesau para qualificar a assistência aos usuários do SUS.

 

“Estamos investindo em melhorias na saúde pública de Alagoas de um modo geral. Além das obras de construção e recuperação de equipamentos, que vão oferecer uma assistência de qualidade à população, criamos o Transporte Sanitário para que os pacientes do HGE sejam transferidos de forma humanizada”, salientou a secretária.

 

Processo

 

Segundo a assessora técnica da Gerência de Regulação da Sesau, Vanessa Carneiro, para que um paciente do HGE seja transferido até um dos hospitais contratualizados, ele recebe o primeiro atendimento de emergência. Em seguida é estabilizado e, somente após esse processo, ocorre o encaminhamento.

“Após a estabilização do quadro do paciente, a Gerência de Regulação da Sesau é acionada para que o paciente seja transferido para alguma unidade conveniada. Nesta unidade para a qual o paciente será encaminhado, ele irá continuar o tratamento em um dos leitos de retaguarda”, explicou Vanessa Carneiro.

 

A assessora técnica destacou que o paciente é transferido sempre com o acompanhamento de um técnico de Enfermagem e de um condutor socorrista. “A transferência para os leitos de retaguarda aumenta o conforto do paciente e diminui o excesso de demanda por leitos no HGE”, salientou.

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