quinta-feira, 15 de novembro de 2018

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Em tempos de crise, seguro educacional garante a tranquilidade de pais e instituições de ensino

Por Redação com Gratta
Trata-se de uma mercado que pode atender mais de 7 milhões de alunos matriculados no Ensino Fundamental e no Médio, além de 4,5 milhões de universitários em todo o país. (Foto: Andreza Araújo)

Trata-se de uma mercado que pode atender mais de 7 milhões de alunos matriculados no Ensino Fundamental e no Médio, além de 4,5 milhões de universitários em todo o país. (Foto: Andreza Araújo)

Ainda pouco explorado por pais e instituições de ensino, seguro educacional é uma ferramenta contra a inadimplência. O investimento assegura o pagamento das mensalidades em caso de desemprego, morte ou invalidez permanente do responsável financeiro do contrato, entre outras vantagens.

 

Trata-se de uma mercado que pode atender mais de 7 milhões de alunos matriculados no Ensino Fundamental e no Médio, além de 4,5 milhões de universitários em todo o país. Mas, segundo a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), o produto ainda é desconhecido do grande público e uma grande oportunidade tanto para pais quanto para profissionais de seguros. “Com a crise econômica, os responsáveis procuram meios de proteger a educação dos filhos de algum tipo de adversidade. Já os profissionais, tendo em vista os números do público-alvo, devem ficar atentos às formas de atuação junto aos clientes”, analisa Armando Vergilio, presidente da entidade, destacando que o segmento  atinge famílias de todos os níveis sociais.

 

De acordo com o balanço recente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), o seguro educacional  registrou alta de 148,1% em relação a maio de 2015, no volume de prêmios, registrando R$ 6,7 milhões em maio de 2016. No mesmo mês do ano anterior, haviam sido computados R$ 2,7 milhões.

 

Entre janeiro e maio, na comparação 2015/2016, o aumento no acumulado do valor pago pelos segurados para contratação de coberturas educacionais foi de 70,2%. O valor global saltou de R$ 10 milhões para 17,2 milhões, em 12 meses.

 

Para o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de Alagoas (Sincor-AL), Edmilson Ribeiro, o seguro educacional é uma alternativa para minimizar os prejuízos causados pela crise, tanto para as instituições, como para os pais. “Em Alagoas, é crescente a procura pelo seguro educacional, existe uma maior conscientização por parte dos donos das instituições e pela responsabilidade civil caso ocorra algo com o aluno”, afirma Ribeiro.

 

Com o aumento do número de colégios e universidades que oferecem planos coletivos no ato da matrícula, em convênio com seguradoras, a opção pode ser ainda mais vantajosa. A adesão de muitos alunos reduz o risco e, por tabela, o custo do seguro.

 

Há opções como cobertura básica que abrange somente a série atual que o aluno está cursando. Como para todo o ciclo escolar ou do primeiro ao último ciclo oferecido pela instituição de ensino. Não há limite quanto ao prazo de cobertura em caso de morte ou invalidez do responsável financeiro. Na hipótese de perda de renda ou desemprego, a apólice cobre de três a seis mensalidades escolares.

 

De acordo com o perfil do cliente, há benefícios adicionais. O seguro educacional pode cobrir desde a assistência emergencial ao aluno em caso de acidentes e imprevistos até o transporte para tratamentos fisioterápicos e comparecimento às aulas. Pode haver também carteirinha escolar opcional, com a identificação do aluno e telefones para atendimentos 24 horas, e auxílio na recolocação profissional, em caso de perda de renda por desemprego. Também há opções de auxílio para despesas com funeral do aluno ou responsável.

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