segunda-feira, 17 de junho de 2019

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Renault dispensa Maldonado e fecha acordo com Magnussen, afirma revista

Por Redação com Grande Prêmio
(Foto: Grande Prêmio)

(Foto: Grande Prêmio)

Pastor Maldonado fora, Kevin Magnussen dentro. A revista britânica ‘Autosport’ informa que o piloto dinamarquês, que disputou a temporada 2014 como piloto da Ferrari e foi reserva de Fernando Alonso e Jenson Button durante boa parte do ano passado, está de volta ao grid da F1 como piloto da Renault. A marca francesa, que retorna ao esporte como equipe de fábrica após comprar a Lotus, rompeu o contrato que Pastor Maldonado que tinha com o antigo time de Enstone e o dispensou para contar com Magnussen. A nova dupla de pilotos da Renault, que também vai contar com Jolyon Palmer, vai ser confirmada em evento promovido pela montadora na próxima quarta-feira (3), em Paris, às 9h (horário brasileiro de verão).

Aos 23 anos, Magnussen vai ser alçado ao posto de titular da Renault, marca pela qual teve grande destaque correndo e sendo campeão na World Series em 2013, ano que antecedeu sua ida à McLaren como parceiro de Button. Logo na primeira corrida, o GP da Austrália de 2014, Kevin foi ao pódio e garantiu o segundo lugar. Foi o melhor resultado da McLaren nos últimos dois anos.

A publicação informa, também, que o evento da Renault marcado para quarta-feira vai compreender também a apresentação de Fréderic Vasseur, então na ART Grand Prix, como novo diretor de corridas da equipe francesa.

Por sua vez, Maldonado fica sem vaga na F1, ao menos por enquanto. Resta ao venezuelano, apenas, dois cockpits vagos na Manor, que neste ano vai contar com os motores Mercedes. Pastor teve uma passagem com muito mais baixos do que altos no grid. Sua maior glória foi a vitória inesperada no GP da Espanha de 2012, em Barcelona, quando era piloto da Williams, derrotando Fernando Alonso e Kimi Räikkönen.

Contudo, sua trajetória foi de muita polêmica e muitos envolvimentos em acidentes, sendo criticado por muitos dos seus pares na F1. Na temporada passada, por exemplo, Maldonado foi batido com enorme facilidade por Romain Grosjean, que até mesmo um pódio conquistou, no GP da Bélgica.

A principal arma de Maldonado para seguir na F1 ainda é o suporte financeiro oferecido pela estatal venezuelana PDVSA. No entanto, a petrolífera enfrenta as dificuldades do mercado atual por conta da crise do petróleo. Ainda, a Venezuela também atravessa uma crise econômica, o que dificulta as pretensões do piloto em permanecer no grid da F1 em 2016.

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