quarta-feira, 16 de outubro de 2019

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Alagoas registra 185 casos suspeitos de microcefalia, aponta Sesau

Por Redação Com Agência Alagoas
O número de casos suspeitos de microcefalia em Alagoas é 185. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2), pelo Centro Estadual de Informação Estratégica em Vigilância em Saúde (Cievs), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).  (foto:Foto: João Eudes de Lima)

O número de casos suspeitos de microcefalia em Alagoas é 185. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2), pelo Centro Estadual de Informação Estratégica em Vigilância em Saúde (Cievs), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
(Foto: João Eudes de Lima)

 

O número de casos suspeitos de microcefalia em Alagoas é 185. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2), pelo Centro Estadual de Informação Estratégica em Vigilância em Saúde (Cievs), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Do total de notificações, 182 foram em recém-nascidos e três em bebês que ainda não nasceram. Ainda de acordo com as informações fornecidas pelo Cievs, três bebês com suspeita de microcefalia evoluíram para óbito em Alagoas.

O número se refere aos casos notificados depois que o Ministério da Saúde decretou situação de emergência na saúde pública. Anteriormente, a Sesau já havia notificado três casos suspeitos.

Regiões 

 Na I Região de Saúde, segundo a nota técnica divulgada nesta terça-feira, são 44 casos notificados, sendo 33 de Maceió, cinco de Rio Largo, um de Coqueiro Seco, dois de Marechal Deodoro, um de Santa Luzia do Norte, um de Pilar e um de Flexeiras. Seis casos são investigados na II Região, sendo dois de Japaratinga, um de Matriz do Camaragibe, um de Maragogi, um de Porto Calvo e um de São Luís do Quitunde.

Na III Região são 14 casos investigados, dos quais três são de Branquinha, três de União dos Palmares, dois de Murici, dois de Ibateguara, um de São José da Laje, um de Novo Lino e dois de Joaquim Gomes. A nota técnica aponta, ainda, que na IV Região de Saúde são dez casos suspeitos, sendo quatro de Paulo Jacinto, dois de Atalaia, um de Chã Preta, um de Viçosa, um de Quebrangulo e um de Capela.

Com relação à V Região de Saúde, são oito os casos investigados, sendo três de São Miguel dos Campos, dois de Teotônio Vilela, um de Anadia e dois de Campo Alegre. Já na VI Região de Saúde, o Cievs está investigando 18 casos sob investigação, dos quais são oito de Penedo, quatro de Piaçabuçu, cinco de Coruripe e um de Igreja Nova.

A VII Região de Saúde aparece com 22 casos sob suspeita, dos quais são 14 são de Arapiraca, um de Belo Monte, um de Craíbas, um de Coité do Nóia, um de Campo Grande, um de Girau do Ponciano, um de Major Izidoro, um de Traipu e um de São Sebastião. Na VIII Região são 13 bebês com suspeita de microcefalia, sendo seis de Palmeira dos Índios, dois de Cacimbinhas, dois de Estrela de Alagoas, dois de Igaci e um de Maribondo.

Trinta bebês com suspeita de microcefalia são investigados na IX Região de Saúde, sendo sete de São José da Tapera, sete de Santana do Ipanema, cinco de Pão de Açúcar, quatro de Canapi, três de Dois Riachos, um de Poço das Trincheiras, um de Olivença, um de Olho D’Água das Flores e um de Monteirópolis. E na X Região, 17 são os bebês investigados, sendo cinco em Piranhas, sete de Delmiro Gouveia, um em Pariconha, um em Olho D’Água do Casado, um em Mata Grande, um em Água Branca e um em Inhapi.

Posição de AL

No ranking nacional de casos suspeitos de microcefalia, Alagoas ocupa a sexta posição. Em primeiro lugar aparece Pernambuco, com 1.373 casos; seguido por Paraíba, com 709 casos; Bahia (533 casos); Ceará (229 casos); Rio Grande do Norte (208 casos). Sergipe aparece em seguida, com 172 casos; o Maranhão desponta com 134 casos e o Piauí investiga 91 casos.

Diante dos casos notificados da anomalia, a secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska, recomenda que a população possa intensificar o controle e erradicação do mosquito Aedes aegypti. Isso porque, ele é responsável por transmitir a dengue, chikungunya e zika vírus, que pode ter relação com o aumento dos casos suspeitos de microcefalia.

“Disponibilizamos toda a estrutura da Sesau para frear o aumento dos casos de dengue, zika vírus e chikungunya. Mas é necessário que os gestores municipais e a população adotem todas as medidas de combate Aedes aegypti. Além de manter bem tampados os reservatórios de água limpa, é necessário cuidar da limpeza doméstica”, orienta Rozangela Wyszomirska.

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1 Comentário

  • César Lima disse:

    É altamente recomendável que se evite a gravidez no momento. O problema é que muitas mulheres carentes engravidam de forma indesejada por não terem acesso à informação e aos métodos anticoncepcionais. Depois as mães carentes enfrentam diversas dificuldades para conseguir criar os filhos, sem acesso a saúde, educação e vida digna. Os filhos são os que mais sofrem no final.

    Médicos recomendam que mulheres evitem gravidez

    Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o infectologista Artur Timerman, presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses, desaconselha as mulheres a engravidarem agora, mesmo aquelas que moram em regiões sem surtos de zika.

    O presidente eleito da Federação dos Ginecologistas e Obstetras, Cesar Fernandes, ressalta que as mulheres que moram em regiões endêmicas para zika devem adotar “uma anticoncepção efetiva”. Já nas demais regiões “o princípio da precaução deve ser adotado”.

    http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/medicos-recomendam-que-mulheres-evitem-gravidez/

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