quarta-feira, 16 de outubro de 2019

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CCZ de Maceió reforça combate à dengue e a outras doenças

Por Redação com Assessoria
Uma das espécies do Aedes aegypti pode transmitir até 22 tipos de doenças, incluindo dengue e febre amarela. (Foto: Terra)

Uma das espécies do Aedes aegypti pode transmitir até 22 tipos de doenças, incluindo dengue e febre amarela. (Foto: Terra)

Com o intuito de ampliar o nível de conhecimento da população e garantir os instrumentos necessários para um maior engajamento das comunidades no combate aos mosquitos que provocam doenças como dengue, zika, chikungunya e até febre amarela, a Coordenação de Entomologia de Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Maceió realiza, no dia 20 deste mês, uma palestra sobre o vetor Aedes albopictus. Considerado como uma espécie ainda mais ameaçadora que o Aedes aegypti, o vetor tem sido alvo de estudos em todo o país.

“Embora seja considerado como uma espécie secundária, o vetor aedes Albopictus, conhecido como tigre asiático, tem uma capacidade de adaptação ainda maior às áreas urbanas e tropicais, desenvolvendo-se facilmente em uma grande variedade de criadouros. Daí a importância de alertar e conscientizar a população também sobre essa ameaça”, afirma a coordenadora de Entomologia do CCZ, Lidyane Kristine Lima.

A palestra, que acontece às 15h no auditório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), localizado na Rua Dias Cabral, no Centro, será ministrada pelo biólogo Carlos Fernando dos Santos. Em sua explanação, ele falará sobre a biologia do vetor e sua capacidade vetorial. O acesso é livre.

“O combate às doenças transmitidas por vetores depende da conscientização e da mudança de hábitos da população, por isso é tão necessário somar o compartilhamento de informações às ações realizadas pelas equipes no campo”, frisou Lidyane.

O vetor, principal transmissor da febre chikungunya na África e de dengue na Ásia (onde se originou), o Aedes albopictus foi introduzido no Brasil na década de 80. Desde então sua capacidade vetorial de transmitir doenças e seus aspectos biológicos e ecológicos vêm sendo estudados e o crescimento de sua população monitorado. Atualmente, já identificado em diversos estados brasileiros, incluindo várias cidades do Nordeste, o que se sabe é que essa espécie pode transmitir até 22 tipos de doenças, incluindo dengue e febre amarela.

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