sexta-feira, 15 de novembro de 2019

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IDHM das grandes regiões avança, mas Alagoas fica estagnada, diz Paulão

Por Ivan1

  paul2  O deputado Paulão (PT/AL) comentou estudo sobre a qualidade de vida nas grandes regiões do país, divulgado esta semana pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Fundação João Pinheiro e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Intitulado Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras, o levantamento referente ao período 2000-2010 mostra que as 16 regiões metropolitanas pesquisadas tiveram elevação no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e em todos os demais indicadores socioeconômicos.
Segundo o deputado, o Atlas revela que o Brasil está avançando, apesar da desaceleração macroeconômica. “Os números são bastante significativos. A educação foi o índice que mais avançou. Os bons indicadores resultam de políticas do governo federal na última década, com fortes investimentos no social, na educação e na geração de emprego e renda”, observou, durante pronunciamento na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (27).
Por outro lado, o petista lamentou o fato de o Estado de Alagoas continuar no último  lugar no ranking nacional de desenvolvimento humano, pois de acordo com o Atlas o maior IDHM é do Distrito Federal (0,824) e o menor pertence a Alagoas (0,631). Apesar de o índice alagoano ter crescido 33,97%, isso não foi suficiente para retirar o Estado da posição de pior desempenho entre todas as 27 unidades federativas do país.
“Estão na faixa de desenvolvimento capitais nordestinas como Fortaleza, Natal e  Salvador. O Estado de Alagoas involuiu e nossa capital, também. O que predomina em Maceió é a violência, principalmente contra a juventude da periferia”, criticou Paulão.
Para o deputado, a estagnação de Alagoas se deve a posturas equivocadas do governo estadual do PSDB durante duas gestões consecutivas, marcadas pela ausência de políticas públicas eficientes, fazendo com que o Estado devolva à União, todos os meses, cerca de R$100 milhões, por falta de projetos.
Ele avaliou que é necessário um esforço conjunto do governo estadual e dos municípios, a fim de mudar a realidade de Alagoas. Disse, ainda, que as  prefeituras precisam apostar em quadros técnicos, em funcionários capacitados para viabilizar recursos e projetos. Isso porque municípios alagoanos também estão deixando de receber recursos devido ao descumprimento de exigências burocráticas junto aos órgãos federais e Ministérios.

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