domingo, 21 de outubro de 2018

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Conselho vai promover políticas públicas de economia solidária

Governador Teotonio Vilela, durante posse do Conselho Estadual de Economia Solidária, ressaltou que a criação do órgão inaugura a oportunidade de ampliar novos empreendimentos, valorizando a diversidade de pessoas e produções (Fotos: Ailton Cruz)

Governador Teotonio Vilela, durante posse do Conselho Estadual de Economia Solidária, ressaltou que a criação do órgão inaugura a oportunidade de ampliar novos empreendimentos, valorizando a diversidade de pessoas e produções (Fotos: Ailton Cruz)

  Representantes de entidades estaduais e membros da sociedade civil se reuniram, na manhã desta terça-feira (04), na sede da Casa do Trabalhador Autônomo (CTA) para tomar posse do Conselho Estadual de Economia Solidária (CEES). O encontro marca a efetividade de um dos decretos estabelecidos pela lei de Nº 7.577, publicada no Diário Oficial de Alagoas (DOAL), no dia 27 de janeiro de 2014, dispondo do desenvolvimento de uma política de fomento à economia solidária.
A partir da formação do CEES, que tem duração de mandato de dois anos, o próximo passo será a elaboração de um programa de ações a fim de tornar a prática da economia solidária uma realidade ainda mais expressiva dentro do Estado. Ou seja, com o novo decreto, o Estado se compromete a promover ações voltadas a práticas baseadas em conceitos de gestões democráticas das instituições, comprometimento com a sociedade e meio ambiente, até a distribuição de riquezas produzidas pelo grupo e valorização do ser humano enquanto figura central do trabalho.
Integrando a mesa de honra do evento, o governador Teotonio Vilela ressaltou que a criação do conselho inaugura a oportunidade de ampliar novos empreendimentos, valorizando a diversidade de pessoas e produções. “A economia solidária é mais uma vertente que deve receber a nossa atenção, enquanto representantes do Estado. Com o conselho, estamos criando uma relação entre governo e sociedade, amadurecendo os princípios estabelecidos pelo movimento de cooperação, autogestão e solidariedade”, afirmou.
Compondo um dos títulos do Conselho, a Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande) se empenha na promoção de atividades que estimulem o cenário econômico sob uma perspectiva solidária. Seja através da atuação direta com os Arranjos Produtivos Locais (APLs) por meio de um trabalho exclusivo com associações e cooperativas, ou com ações ligadas ao artesanato, a Seplande garante novas oportunidades de emprego e renda, ao aprovar e apoiar a criação de variados empreendimentos.
Para o gerente de Associativismo e Cooperativismo da Seplande e integrante do CEES, Beda Díaz, o conselho vai servir como um porta-voz do movimento da economia solidária. “O nosso trabalho é promover ações que defendam o interesse desse movimento, mas, principalmente, propor e estruturar políticas públicas capazes de permitir que a economia solidária se desenvolva de maneira sólida dentro do Estado”, destacou.
No total, fazem parte da ação 14 representantes entre as Secretarias de Estado do Desenvolvimento e Planejamento Econômico (Seplande); do Trabalho, Emprego e Qualificação Profissional (Seteq); da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seades); da Educação e do Esporte (SEE) e da Ciência, Tecnologia e Informação (Secti). Além de membros do Fundo do Estado do Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), de empreendimentos solidários, de entidades de assessoria e fomento a empreendimentos da economia solidária, do Fórum Alagoano de Economia Solidária, da Superintendência Regional do Trabalho e integrantes do Poder Legislativo.

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