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Delegacia de Repressão ao Narcotráfico fiscaliza festa rave em Maceió

26/05/2014
Delegacia de Repressão ao Narcotráfico fiscaliza festa rave em Maceió

Material apreendido

Material apreendido

   Na madruga do último sábado (25), equipes de policiais civis da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DRN) cumpriu mandado de fiscalização expedido pela 28ª Vara Cível da Capital – Infância e Juventude, junto com Corpo de Bombeiros, BPRP-PM e os Comissários de Menores, na Festa Rave KomeKipara, no bairro Serraria.
A operação foi coordenada pelo delegado titular Gustavo Henrique, acompanhado das equipes dos delegados Ricardo Menezes, Filipe Caldas e Gustavo Xavier.
A festa foi divulgada pelas redes sociais e os organizadores pretendiam vender mil ingressos.
A PC levantou informações e todo o evento era monitorado pela DRN.
Na operação, homens dos bombeiros verificaram a documentação apresentada e ficou constatado que não havia autorizações necessárias para o funcionamento, o que resultou na interdição do evento.
No Local, os Comissários de menores encontraram nove adolescentes e por esta razão, os organizadores foram levados para Juizado de Menores, onde foram autuados, juntamente com os menores, que só foram liberados com a chegada dos responsáveis.
Os agentes da DRN, com apoio dos militares da Rádio Patrulha, localizaram diversos tipos de drogas espalhadas pelo chão, entre elas cocaína, maconha, lança-perfume, LSD e ecstasy.
Ainda foram apreendidos vários documentos de identidade e uma carteira com 42 (quarenta e duas) unidades de LSD.
Durante a fiscalização, foram encontrados vários cartazes espalhados pelo sítio, que faziam alusões ao uso de drogas, o que chamou a atenção dos policiais.
A quantidade encontrada foi considerada expressiva pelos delegados, que garantiram fiscalizar outros eventos.
“Não houve prisões, o local era em área rural, de difícil acesso, o que facilitou que usuários e possíveis traficantes se desfizessem das drogas. Em função disso, será instaurado Inquérito Policial por Portaria para tentar se chegar à autoria”, concluiu Gustavo Henrique.