sábado, 22 de setembro de 2018

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Prorrogação da Campanha de Vacinação contra o Sarampo termina sexta

    vacinacao5A prorrogação da Campanha Emergencial de Vacinação contra o Sarampo termina nesta sexta-feira (14) e ainda falta vacinar 48% do público alvo preconizado pelo Ministério da Saúde (MS), que corresponde a 95% do total de 84.680 crianças. A ação, que está ocorrendo nos postos de vacinação de 12 dos 102 municípios alagoanos, tem o objetivo de evitar que Alagoas volte a registrar casos da doença, que está erradicada desde 2000.
Diante do fato de apenas 47% do público alvo ter sido vacinado, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) faz um alerta para que os pais de crianças com seis meses a menores de cinco anos possam procurar os postos de vacinação, que funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Isso porque, de acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde, Sandra Canuto, o prazo não será prorrogado novamente.
“Fazemos um apelo para que as crianças sejam vacinadas contra o sarampo, que é uma doença que mata e deixa sequelas graves. Até esta terça-feira (11), segundo o Sistema de Informação do PNI [Programa Nacional de Imunização], 10 dos 12 municípios alagoanos selecionados para realizar a campanha não atingiram a meta mínima de imunização, o que é preocupante”, alertou a superintendente da Sesau.
Segundo dados apurados até às 16h desta terça-feira (11), junto ao Vacinômetro do Ministério da Saúde, apenas Satuba e Flexeiras atingiram a meta de vacinação preconizada pelo MS, que corresponde a 95%. Já a Barra de Santo Antônio havia vacinado 82%, a Barra de São Miguel (52%), Coqueiro Seco (85%), Maceió (39%), Marechal Deodoro (77%), Messias (72%), Paripueira (77%), Pilar (69%), Rio Largo (86%) e Santa Luzia do Norte (44%),

 Contraindicações – A vacina contra o sarampo não deve ser administrada em crianças com imunodeficiência congênita ou adquirida, acometidas por neoplasia maligna ou que estão em tratamento que utilizam corticosteroides em esquemas imunodepressores. “Àquelas também submetidas a outras terapêuticas imunodepressoras, a exemplo de quimioterapia antineoplásica, radioterapia, entre outros problemas também devem ser imunizadas”, recomenda Sandra Canuto.

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