segunda-feira, 19 de novembro de 2018

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SUS: Cinco maternidades em Maceió asseguram atendimento às gestantes de risco habitual

    O atendimento para gestantes de alto risco na Maternidade Escola Santa Mônica vem ocorrendo apenas após pré-triagem em maternidades de risco habitual do interior e da capital e encaminhamento realizado através da Central de Regulação (CORA).
Desde o dia 19 de fevereiro, a Santa Mônica passou a funcionar com a porta fechada devido à segunda etapa da reforma da maternidade, ficando resguardados somente os leitos de alto risco – também disponibilizados no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HU).maternidade_2
No caso de Maceió, no momento do parto, cinco maternidades devem ser previamente procuradas pelas gestantes, por se tratarem de risco habitual. Além da Nossa Senhora da Guia, no bairro Poço, estão habilitadas as maternidades Denilma Bulhões, no bairro Benedito Bentes; Santo Antônio, na Cambona; Nossa Senhora de Fátima, no Jaraguá; e Hospital do Açúcar, no bairro Farol.
No interior do Estado, as gestantes de alto risco que residem nos municípios que pertencem à 2ª macrorregião de saúde, devem ser atendidas no Hospital Regional de Arapiraca e no Hospital Clodolfo Rodrigues, em Santana do Ipanema. Em caso de risco habitual, o atendimento pode ser feito no Hospital Ib Gatto Falcão, em Rio Largo; no Hospital Municipal de Porto Calvo e de Viçosa; na Santa Casa de Misericórdia de União dos Palmares, de São Miguel dos Campos e de Penedo; no Hospital Santa Rita, em Palmeira dos Índios; e no Hospital Antenor Serpa, em Delmiro Gouveia.
Com esse novo fluxo de atendimento, a Sesau tem o objetivo de organizar a assistência obstétrica no Estado, evitando que a gestantes peregrinem sem necessidade e que tenha superlotação na Santa Mônica. Por meio dessa ação, fica assegurado o atendimento qualificado e humanizado às gestantes e evitando a mortalidade materna-infantil.
Classificação de Risco – Segundo os documentos elaborados pelos técnicos da Secretaria de Estado da Saúde e de Maceió, por meio da Rede Cegonha, o atendimento na Santa Mônica ficará restrito às gestantes que entrarem em trabalho de parto prematuramente, com tempo de gestação inferior a 36 semanas.
O atendimento também será destinado, exclusivamente, às gestantes que apresentarem complicações hipertensivas e suspeita de pré-eclâmpsia, bem como, síndromes hemorrágicas. Ainda de acordo com o protocolo, só poderão ser transferidas para a Santa Mônica as gestantes que apresentarem anemia grave, infecção ovular, trombose venosa, crise aguda de asma, ou estejam politraumatizadas, com obesidade mórbida e cujos fetos apresentem malformação.

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